sábado, 12 de fevereiro de 2011

RUA OU CRATERA?

A enxurrada provoca muitos estragos em Sarandi, eu gostoria de saber como o ex prefeito Cido Spada, faz pra chegar até a sua chácara localizada nesta "rua". Será que ele vai de helicóptero?

CHARGE - ELE CAIU

Amor(utopia) e paixão(sexo)!






Sempre ouvi dizer que o amor cura tudo, mas hoje me ponho a perguntar “cura o que, se antes do amor não sentia dor e nem estava ferido?
É lamentável colocarmos nossa alegria, desejo, auto-estima, colocarmos tudo que temos de bom em apenas uma única pessoa, acabamos por viver a vida do outro, no início do relacionamento você sabe sua cor preferida, sua comida predileta e só vai ao cinema para ver filmes que realmente te agrada, mas depois de está amando, se alguém te pergunta qual sua comida predileta, você já responde quase que automaticamente que é a comida do outro, o tipo de filme do outro e passa a usar roupas que tenham a cor preferida do outro. Para você só resta o anonimato num relacionamento onde teria supostamente que ter duas cabeças pensantes, mas quando o amor finda podemos perceber nitidamente que não sabíamos nem mais falar um simples “Eu” só conseguíamos falar “Nós”.
Não é que eu seja contra o amor, mas já vivi muito pra saber que o coração batia tranqüilo e sossegado antes do famoso amor penetrá-lo sem ao menos convidá-lo para um jantarzinho, o amor entra rápido e quando menos esperamos, ele arrebenta o coração, destrói a alma e deixa burro o cérebro, fazendo-nos acreditar como uma certeza iminente que jamais haverá outro amor como aquele que a pouco partiu.
Não conseguimos passar pela vida sem nos apaixonarmos, não sou contra a paixão, pois quando estamos apaixonados tudo tem um prazer maior, o sexo é frenético, as mãos procuram os corpos, as bocas se encontram no escuro, o pensamente tem sempre um senso comum e um dia a paixão acaba, pronto, cada um vai para o seu lado em busca de uma nova paixão para esquentar o coração e ressuscitar o tesão, já o amor não, tem nele implícito uma espécie de obsessão doentia, já começamos a idealizar um futuro sem ao menos viver o presente, dedicamos tempo demais à algo que certamente deseja o abandono para ressurgir com mais voracidade, acredito que a maioria dos amores não dão certo por que antes os seres envolvidos passaram pela paixão e agora fazendo uma analogia débil, é o mesmo que dar várias voltas na montanha russa e de uma hora para outra trocar de brinquedo e dar milhares e milhares de voltas no carrossel, então caro leitor, se você acha que encontrou o amor da sua vida, se apaixone e torne-se apaixonável todos os dias, mande flores, surpreenda no sexo, beije sua esposa, namorada, como se ela fosse uma prostituta, seduza, domine,seja dominado, encante, cante, seja atraente, diga que sente desejo por ela,lembre-se que mulher é audição,então fale o que ela deseja ouvir e pra isso funcionar, conheça os desejos mais sórdidos e secretos de sua fêmea, por que se você relaxar demais certamente outro poderá ocupar a adrenalina da montanha russa e você ficará por muito tempo dando voltinhas num carrossel chamado ilusão do amor!

FONTE: ENTRANDO NA ZONA

12 DE FEVEREIRO - MARTINHO DA VILA COMPLETA 73 ANOS


Martinho José Ferreira nasceu em Duas Barras, Rio de Janeiro, em 12 de fevereiro de 1938. Filho de lavradores da Fazenda do Cedro Grande, veio para o Rio de Janeiro com apenas 4 anos. Quando se tornou conhecido, voltou a Duas Barras para ser homenageado pela prefeitura em uma festa, e descobriu que a fazenda onde havia nascido estava à venda. Não hesitou em comprá-la e hoje é o lugar que chama de “Meu off-Rio”. 
          Cidadão carioca criado na Serra dos Pretos Forros, sua primeira profissão foi como Auxiliar de Químico Industrial, função aprendida no curso intensivo do SENAI. 
Um pouco mais tarde, enquanto servia o exército como Sargento Burocrata, cursou a Escola de Instrução Especializada, tornando-se escrevente e contador, profissões que abandonou em 1970, quando deu baixa para se tornar cantor profissional. 
Pai de oito filhos e avô de sete netos, Martinho conservou o estado civil de solteiro até conhecer a jovem Clediomar Corrêa Liscano, que é conhecida como Cléo, e Martinho a chama de Preta Pretinha. O Da Vila sempre disse que nenhuma mulher iria levá-lo à um cartório ou a uma igreja e realmente não foi. O seu enlace com Cléo, 33 anos mais jovem, foi realizado em ato civil na sua Fazenda Cedro Grande no dia 13 de maio de 1993 e o ato religioso em uma grande festa, com a noiva de véu e grinalda, em sua propriedade denominada Fazenda do Pacau, no dia 31 do mesmo mês e ano.  
          O compositor surgiu para o grande público no III Festival da Record, em 1967, quando concorreu com o partido alto Menina Moça e no ano seguinte, na quarta edição do mesmo festival, lançando o clássico samba Casa de Bamba.
          Sua carreira de cantor profissional iniciou-se no início de 1969 quando lançou o LP intitulado Martinho da Vila, que foi o maior sucesso do Brasil em execução e vendagem, com grandes sucessos como Casa de Bamba e O Pequeno Burguês e outras que se tornaram clássicos - Quem é Do Mar Não Enjoa, Iaiá do Cais Dourado e Tom Maior.
          Logo tornou-se um dos mais respeitados artistas brasileiros além de um dos maiores vendedores de disco no Brasil, sendo o primeiro sambista a ultrapassar a marca de um milhão de cópias com o CD “Tá delícia, Tá gostoso” lançado em 1995. 
Hoje, é impossível saber de cor todos os prêmios que ganhou. Toda essa história está no rico acervo em sua cidade natal, Duas Barras. Entre os títulos guardados com carinho estão os de Cidadão Carioca, Cidadão benemérito do Estado do Rio de Janeiro, Comendador da República em grau de oficial, a Comenda da Ordem do Mérito Cultural e as comendas mineira Tiradentes e JK.
Sua vida de sambista (ritmista, passista, compositor, puxador de samba enredo, presidente de ala e administrador) começou na extinta Escola de Samba Aprendizes da Boca do Mato.
          Ingressou e passou a dedicar-se de corpo e alma à Escola do Bairro de Noel em 1965 e a história da Unidos de Vila Isabel se confunde com a de Martinho que passou a seu chamado de o Da Vila. Nunca exerceu a presidência administrativa da escola, mas por vária vezes esteve à frente da agremiação da qual é o Presidente de Honra.
          Os sambas de enredo mais consagrados da escola são de sua autoria. Também criou vários enredos para desfiles, dentre os quais Kizomba, a Festa da Raça que está entre os mais memoráveis da história dos carnavais e garantiu para a Vila, em 1988, seu consagrado título de Campeã do Centenário da Abolição da Escravatura e colaborou em outros temas, entre os quais o Soy Loco Por Ti América, elaborado em parceria com os carnavalescos Alexandre Louzada e Alex Varela, que deu a Vila o título máximo do carnaval de 2006.
         Nacionalmente conhecido como sambista, Martinho da Vila é um legítimo representante da MPB, com várias composições gravadas do exterior e considerado por muitos críticos como o melhor cantor do Brasil, interpretando músicas dos mais variados ritmos.  
         Embora compositor indutivo e cantor sem formação acadêmica, tem uma grande ligação com a música erudita e idealizou, em parceria como Maestro Leonardo Bruno o Concerto Negro, espetáculo sinfônico que enfoca a participação da cultura negra na música erudita, participou do projeto Clássicos do Samba sob a regência do saudoso Maestro Sílvio Barbato.
         Além de compositor e cantor, é escritor autor de 10 livros. 

FONTE: MARTINHO DA VILA

12 DE FEVEREIRO - DOMINGUINHOS COMPLETA 70 ANOS



          José Domingos de Moraes, conhecido como Dominguinhos, nasceu em Garanhuns, Pernambuco, no dia 12 de fevereiro de 1941, filho de um famoso tocador e afinador de foles, mestre Chicão.

         Aos seis anos de idade, ainda com o apelido de Neném do Acordeon, tocava pandeiro com seus irmãos Moraes (sanfona) e Valdomiro (malê, espécie de zabumba) no trio Os Três Pingüins.

O grupo apresentava-se em feiras e portas de hotéis de Garanhuns. Numa dessas exibições, em 1948, foi ouvido por Luiz Gonzaga, o conhecido Rei do Baião, que ficou encantado com Dominguinhos e prometeu-lhe uma sanfona de presente se algum dia ele resolvesse ir ao Rio de Janeiro.  

            Em 1954, sua família mudou-se para o Rio, radicando-se em Nilópolis. Dominguinhos procurou o Rei do Baião para cobrar-lhe a promessa, sendo presenteado com uma sanfona nova.

De posse do novo instrumento formou com Miudinho e Borborema o Trio Nordestino, passando a se apresentar em circos e arrasta-pés de pequenas cidades do interior do Rio.

Em 1956, já acompanhava Luiz Gonzaga em shows e gravações. O Velho Lua, seu padrinho musical, foi quem o apresentou ao mundo artístico do Rio de Janeiro na época.

Em 1957, foram a cidade de Vitória, no Espírito Santo, onde aprendeu a tocar outros gêneros musicais como boleros e sambas, para se apresentar emdancings e boates

Foi Luiz Gonzaga que mudou seu nome artístico de Neném do Acordeonpara Dominguinhos, pois dizia que seu apelido de infância não o levaria a lugar algum.
Em 1965, Pedro Sertanejo, um dos pioneiros do forró no sul do país (pai de Oswaldinho do Acordeom), o convidou para gravar um disco LP (long-play) dirigido ao mercado de migrantes nordestinos em sua pequena gravadora Cantagalo.
         Dois anos depois, participou de uma das excursões musicais de Luiz Gonzaga como sanfoneiro e motorista, onde conheceu a cantora Lucinete Ferreira, a Anastácia, que se tornaria sua esposa e parceira em várias músicas como Eu só quero um xodó e Tenho Sede, êxitos na voz de Gilberto Gil, que o tornaram nacionalmente conhecido, além de outros sucessos como De amor eu morrerei, Lamento de saudade, Saudade matadeira e Forró em Petrolina.
         Participou de diversos festivais de música nacionais e tem diversos discos gravados. Até 1978, já havia gravado sete LPs.
Suas canções são interpretadas por nomes como Maria BethâniaGal CostaCaetano Velloso, Elba Ramalho, Raimundo Fagner, entre outros.
Tem músicas em parceria com grandes nomes da música popular brasileira como Chico Buarque (Tantas palavras, Xote da navegação), Nando Cordel (De volta pro aconchego, Gostoso demais, Faz de mim, Isso aquí tá bom demais), Gilberto Gil  (Abri a porta Lamento sertanejo)Manduka (Quem me levará sou eu), Fausto Nilo (Pedras que cantam).
         É autor também de trilhas e temas musicais de filmes como O Cangaceiro(Aníbal Massaini Neto) e As Aventuras de um Paraíba (Marco Altberg).
         Na sua longa discografia estão incluídas a composição e gravação de choro, forró, xaxado, baião, cocoquadrilha, entre vários outros ritmos da música típica do Nordeste brasileiro.
O famoso Forró do Dominguinhos além de espalhar-se pelo País nos shows que ele fazia para platéias universitárias, virou um gênero musical. 


FONTE:PESQUISA ESCOLAR FUNDAJ

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

TÉDIO




Escreva-me uma certeza, que blasfemarei até o inferno, com os dedos apontados a tua bunda.
Ousas coroar-te com vestes imperiais, pobre mendigo de ti mesmo, que há tempos o veludo foi corroído por ratos albinos.
O diabo repugna o teu sexo até o escroto e nem ele ejacula tanta sordidez
A tua espécie prolifera e mija sobre os nomes vazios de gente, estes contaminados, que prostrados sufocam-se.
Ah, que teu crânio escuro seja devorado por famintas aves negras e que de ti não sobre qualquer pensamento!
Cavarei a terra e enterrarei teu relógio agarrado ao pulso, com os tic-tac das horas, a sentir todo o pecado no sangue.
Dirás no último afã: E meu espírito?
Este é pesadelo dos vivos e não meu! 
AUTOR: IRA BUSCACIO

OUVIDORIA EM SARANDI

Segundo me disse um assessor de vereador, está tramitando na Câmara Municipal de Sarandi, um Projeto de Lei para criar a Ouvidoria Municipal. Isso num primeiro momento é muito bom para que a população tenha onde reclamar ou fazer seus pedidos de serviços através de telefones ou via internet, já que as pessoas têm muitos afazeres durante o dia e não dá tempo de ir até o paço municipal ou na secretaria que é responsável por determinado serviço. Segundo me disseram também quem será o Ouvidor é o Sr. Marçal que, na verdade não o conheço direito, mas me falaram que é uma pessoa idônea e esperamos verdadeiramente que funcione e ajude este povo sarandiense que tanto necessita de ser bem tratado. Agora, uma coisa me preocupa, se for igual a ouvidoria de Maringá aí a coisa não vai funcionar, porque me disseram que fazem reclamações lá E NINGUÉM DÁ RETORNO! Agora uma coisa é falsa propaganda, pois eu li um cartaz na Secretaria de Saúde da Cidade Canção que dizia assim: "Reclame, denuncie ou elogie, o Prefeito quer saber"! Poxa vida se esta ouvidoria é o ouvido do Prefeito, acho que ele está precisando de cotonetes para limpá-los, pois não está ouvindo o povo!
Vamos lá Sarandi, dê o exemplo e façam um bom trabalho!
 
FONTE: A MÁSCARA DO ZORRO

CRÔNICAS: "OS BRINQUEDOS"

O Carlinhos sempre gostou de artesanato. Naquele tempo, brinquedo era muito caro, não é como hoje que as crianças ganham um monte de brinquedos toda semana. As crianças faziam elas mesmas seus brinquedos, na maior parte das vezes.
O Carlinhos não era diferente: ele gostava de organizar um dia para os moleques da turma dele fazerem uns brinquedos. Na hora, começava todo mundo a fazer os brinquedos: carrinhos de lata e de carretel, pipas, espingardas de madeira, essas coisas.  Só que o Carlinhos não fazia nada, só ficava dando ordens. Uma vez, ele fez isso e, no final, quis pegar pra ele um tratorzinho de lata que Cido Faquinha tinha feito. O Cido Faquinha ficou furioso, disse não e disse que ia mandar o Delei  bater no Carlinhos. Deu a maior confusão e foi todo mundo embora, só ficaram o Carlinhos e o Cilas Cabeção, que disse pro Carlinhos: “Se você quiser, eu faço um trator igualzinho ao dele pra você”.  O Carlinhos pegou o trator que o Cilas Cabeção tinha feito e disse: “Vou ficar com este, mesmo. É uma porcaria, mas você não vai conseguir fazer melhor”. O Cilas Cabeção ficou todo feliz porque o  Carlinhos quis o tratorzinho dele.

FONTE: BLOG DOXOLOGIA http://programadoxologia.blogspot.com/

11 DE FEVEREIRO - DIA DA CRIAÇÃO DA CASA DA MOEDA

A casa da moeda foi fundada pelos portugueses em 1964 para fabricar moedas de ouro. Ouro este que era extraído das nossas valiosas e ricas minas. O estado de Minas Gerais, por exemplo, ganhou este nome devido à quantidade de ouro, prata e pedras preciosas que a região possuía.

As primeiras moedas genuinamente brasileiras foram cunhadas apenas em 1695 na cidade de Salvador, onde ficava a primeira sede da CMB.

FONTE: GRANDESMENSAGENS.COM

11 DE FEVEREIRO - EDWIN LUISI COMPLETA 64 ANOS

Edwin Frederico Luisi é um ator brasileiro. Nasceu em São Paulo no dia 11 de fevereiro de 1947. Começou sua carreira de ator quando passou a fazer parte da Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo.

Ator
Além de ator, é também um especialista em história da arte e francês, matérias que estudou enquanto ainda morava na França.

O que as Pessoas acham de Edwin Luisi

A Globo realizou uma pesquisa sobre quais as opiniões das pessoas quanto a Edwin Luisi, o galã de 63 anos. Na pesquisa, haviam 9 características disponíveis para caracterizar Luisi, delas, os usuários deveriam escolher 3 que mais se relacionavam ao ator. São as características:
Gente boa – Alto astral – Sexy – Tanto faz – Polêmico – Talentoso – Se acha – Fashion – Sarado.
O resultado foi que ele é talentoso, gente boa e alto astral. Donde: 40% – Talentoso; 22% – Gente boa; e, 15% Alto astral.

- Televisão

Iniciou sua carreira em novelas em 1972, mas chegou a ficar realmente famoso somente em 1976/77 quando atuou como Álvaro na novela “Escrava Isaura”. Das suas obras 1 foi para o SBT e para a Rede Bandeirantes, 3 para a TV Tupi e para a Rede Record e, 6 para a Rede Manchete.

FONTE: FAMOSOS.CULTURAMIX.COM

11 DE FEVEREIRO - PAULO CÉSAR GRANDE COMPLETA 53 ANOS

Paulo César Grande nasceu em 11 de fevereiro de 1958, em Rinópolis, SP.

O ex-jogador de vôlei Paulo César Grande trocou as quadras pela carreira artística quando estreou em 1981, no premiado espetáculo “Bent”, de Martin Sherman, com direção de Roberto Vignati.

Ainda no teatro, trabalhou com Marilia Pêra no musical “Estrela Dalva” e com Bibi Ferreira em “Tango, Bolero e Chachacha”, “Terceiras Intenções” e “DNA, nossa Comédia”, entre outros.

No cinema, atuou com Djalma Limonge em “Brasa Adormecida” e com Luiz Carlos Lacerda em “Leila Diniz”, que lhe rendeu o prêmio de melhor ator coadjuvante no Festival de Brasília, em 1988. E ainda no curta “Tangerine Girl”, que teve participação no Festival de Sundance, em 1997, e em “Amigo Invisível”, de Maria Letícia. Seus trabalhos mais recentes são "Minha Vida em Suas Mãos" (2001) e "Viva Sapato" (2002)

Estreou na TV em “Ninho da Serpente”, novela exibida pela Band em 1982. Em mais de 20 anos de carreira, Paulo César Grande conta com mais de vinte novelas no currículo, tendo passado por emissoras como Globo, Manchete e Record.

Entre seus trabalhos na telinha, destacam-se trabalhos como: “Guerra dos Sexos”, “Cambalacho”, “Que Rei Sou Eu?”, “Tieta”, “Quatro por Quatro”, “Por Amor”, entre outros. Longe da tevê desde "Páginas da Vida" (2006), Paulo César Grande voltou às novelas em "Desejo Proibido"(2008).

Em 2008, o ator voltou ao cinema, integrando o elenco do filme “Era Uma Vez...”.

Em 2009 fez o seriado Casos e Acasos e participou do elenco de "Malhação", da Rede Globo.

FONTE: MULTIPLY

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

UMA TRISTE CENA


Hoje pela manhã eu flagrei esta triste cena, na porta principal da igreja matriz de Sarandi. Que bom seria se todos tivessem um lar e vivessem com dignidade. A bebida acabou com a dignidade deste casal, a sociedade passa por cima deles e finge que eles não existem.

OCTÁVIO COLLI - MAIS UM CAPÍTULO DESSA HISTÓRIA DE TERROR

Os moradores das proximidades da Estrada Octávio Colli, são bem criativos na hora de sinalizar os buracos da "Avenida". Dessa vez até um vaso sanitário foi utilizado para sinalizar o local.

NA CORRERIA LOGO CEDO. . . POR PAULO VIDIGAL

Hoje cedo estivemos entregando panfletos sobre as perseguições aos servidores da Saop. Começamos   por volta das 6 da manhã.
Os trabalhadores nos receberam muito bem.  Lamentam que a assembléia de sábado  seja num dia que trabalham.
Deu prá ver um verdadeiro Big Brother na Saop. É câmera prá todo lado monitorando s trabalhadores. Poderiam colocar essas cãmeras nas ruas ou em outros lugares com ultilidade…
E diga-se de passagem; não estão nada contentes com a atual administração. Alguns disseram:”  Falta pouco tempo prá mudar de prefeito”.

FONTE: BLOG DO PAULO VIDIGAL

CRÔNICAS: "A VIAGEM"

O Carlinhos sempre gostou de uma viagem. E certa vez ele organizou uma excursão pra prainha Vale do sol. O custo completo para cada moleque seria de Cr$ 895,00, mas ele cobrava de cada um Cr$ 1.235,00, e incumbiu o Luizinho Peito de Pomba para vender o pacote.
O Responsável pelo recebimento seria o Gegê Cintura de Kombi, mas como nenhum, dos moleques estava aceitando o alto preço, foram vendidos apenas para os moleques de sempre.
E nessa excursão foram apenas: O Carlinhos, o Luizinho Peito de Pombo, Joãozinho Pingüim, Rafinha da Molecada, Belmirinho, Cilas Cabeção, Robertinho Chuchu, Nildinho da Granja, Nitinho Ice, Branquinho e o  Rege Invocado.
Quando chegaram à prainha é que foram descobrir os valores verdadeiros, pois o Cidinho Faquinha delatou o Carlinhos, e pra variar o Branquinho e o Rege Invocado armaram o maior barraco.
Na segunda feira o Gegê Cintura de Kombi teve de devolver parte do dinheiro, mas só o Branquinho e o Rege Invocado que aceitaram, os outros estavam felizes e querendo repetir tudo.

FONTE: BLOG DOXOLOGIA

ÓLEO DE PEROBA PARA O SECRETÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO




Um dia antes de começar as aulas no Paraná, o Secretário Estadual e Vice Governador do Estado, Flávio Arns teve a tremenda cara de pau de vir a público para anunciar que o começo do ano letivo iria começar sem problemas nenhum e que não ia faltar professores para as salas de aulas. Pois bem, está faltando professores e administrativos em quase todas as escolas paranaenses. Os alunos vão para as escolas e ficam pelos corredores, nas salas e nos pátios, mas sem professores. Muitas vezes os diretores colocam psicólogos ou algum administrativo para "encher linguiça" perante aos alunos. Não que eu estou menosprezando o trabalho destes profissionais, mas colocá-los para tapar buracos, é um desrespeito a eles também.
Senhor Flávio Arns, toma vergonha na sua cara, assume que existe o problema e tenta resolvê-lo, não subestime a nossa inteligência!
Parece que a política paranaense só muda de canil, porque os cachorros continuam os mesmos!
 
FONTE: A MÁSCARA DO ZORRO

10 DE FEVEREIRO - VANESSA DA MATA COMPLETA 35 ANOS

Vanessa da Mata - biografia


Vanessa Sigiane da Mata Ferreira (Alto Garças, 10 de fevereiro de 1976) é uma cantora e compositora brasileira. Lançou três álbuns e seus maiores sucessos até o presente momento são Ai, Ai, Ai, Boa Sorte/Good Luck e Amado.

Vida infantil e inspiração musical

Vanessa da Mata nasceu em 10 de fevereiro de 1976, em Alto Garças, no Mato Grosso – uma pequena cidade a 400 quilômetros de Cuiabá, cercada de rios e cachoeiras. Possui descendência, através da avó materna, de índios Xavantes.

Ouviu de tudo na infância. De Luiz Gonzaga a Tom Jobim, de Milton Nascimento a Orlando Silva. Ouviu também ritmos regionais, como o carimbó, dos discos trazidos das viagens de um tio à Amazônia. Ouviu samba, música caipira e até música brega italiana, sons que chegavam pelas ondas da rádio AM.

Adolescência: momento de independência

Em 1990, aos 14 anos, Vanessa se mudou para Uberlândia, em Minas Gerais, cidade a mil e duzentos quilômetros de distância de Alto Garças. Foi para lá sozinha, morar em um pensionato: se preparava, então, para prestar vestibular em medicina. Mas já sabia o queria: cantar. Aos 15, começou a se apresentar em bares locais.

Em 1992, foi para São Paulo, onde começou a cantar na Shalla-Ball, uma banda feminina de reggae. Três anos depois, com 19 anos, excursionou com a banda jamaicana Black Uhuru. Em seguida, fez parte do grupo de ritmos regionais Mafuá. Neste período, ainda dividia seu tempo entre as carreiras de jogadora de basquete e de modelo.

Vida adulta e começo da fama

Em 1997, com 21 anos, conheceu Chico César: com ele, compôs "A força que nunca seca". A música foi gravada por Maria Bethânia, que a colocou como título de seu disco de 1999. A gravação concorreu ao Grammy Latino e também foi gravada no CD de Chico, "Mama Mundi". O Brasil descobria uma grande compositora. Bethânia voltou a gravar Vanessa: "O Canto de Dona Sinhá" esteve no CD Maricotinha – com participação de Caetano Veloso - e em sua versão ao vivo. Já "Viagem" foi gravada por Daniela Mercury em Sol da Liberdade. Com Ana Carolina compôs "Me Sento na Rua", do CD Ana Rita Joana Iracema e Carolina (2001).

A voz e a presença de Vanessa começavam também a chamar atenção. Fez participações em shows de Milton Nascimento, Bethânia e nas últimas apresentações de Baden Powell: estava pronta para estrear em carreira solo.

Sucesso comercial

Em 2002, aos 26 anos, Vanessa lançou seu primeiro CD, Vanessa da Mata, pela Sony – que teve produção conjunta de Liminha, Jaques Morelenbaum, Luiz Brasil, Dadi e Kassin. Entre os sucessos deste disco estão "Nossa Canção" (trilha sonora da novela Celebridade), "Não me Deixe só" - que estourou nas pistas com remix de Ramilson Maia - e "Onde Ir" (trilha da novela Esperança).

O segundo disco, Essa Boneca Tem Manual, foi lançado em 2004 pela Sony e teve produção de Liminha, com quem também dividiu as composições. Além de suas próprias canções – como "Ai, Ai, Ai..." (tema da novela Belíssima, "Ainda Bem" (tema da novela Pé na Jaca) e "Não Chore, Homem" - Vanessa regravou "Eu Sou Neguinha" de Caetano Veloso (versão que integrou a trilha da novela A Lua me Disse) e "História de Uma Gata" de Saltimbancos de Chico Buarque. Com "Ai, Ai, Ai...", música nacional mais executada nas rádios em 2006 e "Música", o álbum chegou a Disco de Platina.

Sim, o terceiro disco, lançado em 28 de maio de 2007, foi produzido por Mario Caldato e Kassin. O álbum foi gravado entre a Jamaica e o Brasil. Das 13 faixas, cinco têm a participação de Sly & Robbie, dois ícones da música jamaicana. Sim é definido, pelo seu título, como "uma resposta positiva à vida, uma resposta de luta". E conta com participações de Ben Harper, João Donato, Wilson das Neves, Don Chacal e um time da nova geração da música brasileira, como o baterista Pupillo (Nação Zumbi) e os guitarristas Fernando Catatau (Cidadão Instigado), Pedro Sá e Davi Moraes, entre outros.

O ano de 2007 também foi marcado pela união de Vanessa e o cantor internacional Ben Harper, com o lançamento de Boa Sorte/Good Luck, que foi um dos grandes sucessos da cantora, alcançando a #1 posição no Hot 100 Brasil. A música foi lançada, a princípio nas rádios, com sua versão original e depois com sua versão Remix, que garantiu a autenticidade da cantora. Em 2008, a música Amado, do mesmo álbum, é o tema principal da nova novela da Rede Globo, A Favorita e alcança outro número #1 no Hot 100 Brasil.

FONTE: WIKIPÉDIA

10 DE FEVEREIRO - MARCELO SERRADO COMPLETA 44 ANOS

Marcelo Serrado nasceu no Rio de Janeiro, em 10 de fevereiro de 1967.

É formado pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras), em 1985.

Estreou na TV em 1987, na novela "Corpo Santo", da TV Manchete.

Em 1989, Marcelo Serrado estreou na TV Globo, em "Pacto de Sangue". Na emissora, ele também atuou em "Mico Preto" (1990), "Desejo" (1990), "O Dono do Mundo" (1991) "Anos Rebeldes" (1992) "O Mapa da Mina" (1993) "Quatro por Quatro" (1994-1995), "Quem É Você?" (1996), "Por Amor" (1997), "Pecado Capital" (1998), "Labirinto" (1998), "Força de Um Desejo" (1999), "Porto dos Milagres" (2001), "Sabor da Paixão" (2002), "Sítio do Picapau Amarelo" (2004) e "Mad Maria" (2005).

Marcelo Serrado também atuou em "Brasileiras e Brasileiros" (1990), no SBT.

No teatro, atuou, dentre outras peças, em "Os Meninos da Rua Paulo", "Esse Alguém Maravilhoso que Amei", "O Rim", "No Retrovisor" e "Noel, o Poeta da Vila".

No cinema, Marcelo Serrado participou dos longas "Super Colosso" (1995), "Bem-Vindos ao Paraíso" (1999), "Seja o Que Deus Quiser" (2002), "Oswaldo Cruz - O Médico do Brasil" (2003) e "Noite de São João" (2003).

Em 2005, depois de 15 anos fazendo novelas na TV Globo, Marcelo Serrado decidiu não renovar seu contrato com a emissora carioca para atuar em "Mandrake", série produzida no Brasil pelo canal por assinatura HBO, na pele do policial Raul. Logo depois, assinou contrato de três anos com a Record, onde já atuou nas novelas "Prova de Amor" e "Vidas Opostas".

Em 2008, após quase 4 anos de preparação, Marcelo Serrado estréia o espetáculo "Tom & Vinícius, o musical". Marcelo Serrado - idealizador do espetáculo - quer mostrar a dupla ainda jovem, do encontro em 1955 para a montagem da peça "Orfeu da Conceição", até 1965, com a fama já internacional. No elenco, Marcelo Serrado interpreta Tom Jobim e Thelmo Fernandes é Vinicius de Moraes.

Marcelo Serrado, em 2009, esteve no elenco da novela "Poder Paralelo", da Rede Record.

Em 2010, o ator esteve em cartaz com o monólogo "Não Existe Mulher Difícil". No ano seaguinte, Marcelo Serrado aparece nas telas dos cinemas no longa metragem "Malu de Bicicleta. 

FONTE: MULTIPLY

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

RUA OU RIO?

RUA DOS EUCALIPTOS NO JARDIM DAS FLORES
Choveu muito em Sarandi e em toda a região neste final de tarde de quarta-feira. As ruas da cidade pareciam rios, e o pior que a previsão é de mais chuva ainda.

QUAL A MELHOR ADMINISTRAÇÃO QUE SARANDI JÁ TEVE? JULIO BIFON LIDERA NOSSA ENQUETE

O primeiro prefeito da história do município de Sarandi, é o primeiro também na nossa enquete, seguido de Cido Spada, e o atual prefeito Carlos de Paula. A enquete será encerrada no dia 28 de fevereiro de 2011, participe você também!

CHUVA FORTE EM SARANDI E REGIÃO

Enquanto as obras de galerias fluviais estão paradas no Novo Independência, os moradores vão levando como podem. Nos dias de chuva os moradores que chegam do trabalho, tem que descer do ônibus e atravessar uma rua cheia de água, já desce do ônibus com medo de chegar em sua casa e estar tudo alagado. Isso acontece em vários bairros de nossa cidade, é o dia que a prefeitura mais trabalha, por que os estragos com a chuva são em quase toda a cidade.




Retirado do BLOG DO GAUCHÃO http://tudoemsarandi.blogspot.com/2011/02/chuva-forte-em-sarandi-e-regiao.html#ixzz1DVN0VV9V

DEU FRANÇA MAIS UMA VEZ

O carrasco estava no camarote do Stade de France, mas sua camisa "jogou" em mais uma vitória da França sobre o Brasil nesta quarta-feira, 09/02: com o número de 10 de Zidane nas costas, Benzema brilhou e garantiu o 1 a 0 para os franceses, que não perdem para os brasileiros desde 26 de agosto de 1992. O atacante do Real Madrid ainda foi alvo de uma entrada violenta de Hernanes, que acertou o peito do rival e foi expulso aos 38 do primeiro tempo.
Esta foi a segunda derrota seguida do time treinado por Mano Menezes. Em 2010, a Seleção fechou o ano com fracasso contra a Argentina (1 a 0, em novembro). Antes, a equipe havia vencido Ucrânia, Irã e Estados Unidos. Nos dois confrontos contra rivais tradicionais, o Brasil de Mano não conseguiu a vitória.
O próximo amistoso marcado para a Seleção, que não disputará as eliminatórias para a Copa de 2014, é contra a Holanda, dia 4 de junho, provavelmente no Brasil. Em 3 de julho, a equipe estreia na Copa América contra a Venezuela, na Argentina. Desde 1992, a Seleção enfrentou a França seis vezes: dois empates e quatro derrotas. No total, cada um tem cinco vitórias na história do confronto (quatro empates).


FONTE:GLOBOESPORTE.COM

É HOJE!

HOJE TEM FRANÇA E BRASIL

AEROPORTO REGIONAL DR. GASTÃO VIDIGAL - DÉCADA DE 1950

A convite da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, em 1953, José Augusto Belluci elaborou o projeto do Aeroporto Regional Dr. Gastão Vidigal. O prédio foi erigido em madeira e com telhado de barro. O formato lembra o colonial estadunidense.

Este Aeroporto funcionou até o final da década de 1960, quando deu espaço para a nova estrutura.

José Augusto Belluci é considerado um dos mais importantes arquitetos do Brasil. Nascido em São Paulo no ano de 1907, graduou-se em arquitetura pela Escola de Belas Artes de SP. Os projetos desenvolvidos em Maringá foram: Grande Hotel Maringá, Aeroporto Regional Dr. Gastão Vidigal (ainda em madeira), Maringá Clube, Catedral, Cemitério Municipal, Paço Municipal/Praça Cívica, Praça Napoleão Moreira da Silva e arranjo paisagístico da Praça Dom Pedro I (atual Centro de Convivência).

Além destes, ainda existiram alguns projetos que acabaram não saindo do papel: Praça Rejente Feijó (vila operária), Praça Caravelas (atual Praça Pedro Álvares Cabral), edíficios de velório e necrotério/crematório do Cemitério Municipal e o Teatro Municipal.

FONTE: MARINGÁ HISTÓRICA